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 [FP] Gabrielle Clermónt

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Gabrielle Clermónt
Tímidos
Tímidos
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Mensagens : 3
Data de inscrição : 09/09/2012

MensagemAssunto: [FP] Gabrielle Clermónt   Dom 9 Set 2012 - 15:08



( F )icha de personagem



~ Sobre o jogador ~

Nome: Giovana

Idade: 13 psé/ ç-ç

País: Brasil ç.ç



~Sobre a personagem~


Nome completo: Gabrielle Marie Clermónt

Idade: 19

Data de nascimento: 21 de setembro

Orientação sexual: Heterossexual

País de Origem: Londres

Grupo: Tímidos

Pessoa representada no avatar: Lucy Hale

Características físicas:
Gabrielle possuí uma carinha de anjo. Seus olhos são donos de um profundo e intenso verde, seu sorriso é um dos melhores que alguém pode querer ver. Seu cabelo é um castanho clarona altura do ombro, que só faz jus ao resto da obra.
Possuí uma pequena cicatriz abaixo do peito, causado por um acidente de carro.
Gabrielle não é nada alta, bem pelo contrario. A menina não passa de 1,57 de altura.
Tem uma pequena tatuagem no pé, onde se lê 'Let it be', acompanhada de três passarinhos.

Características psicológicas:
Se as pessoas que me conhecem me julgariam em uma palavra, ela seria: Bipolar. Eu posso ser a pessoa mais meiga do mundo, não ficar nem um pouco irritada com nada, ser sempre calma. Também posso ser a pessoa mais sentimental de todas, chorar o tempo todo, por qualquer coisinha besta que seja. Ou eu posso ficar irritada a ponto causar a terceira guerra mundial. Muitas pessoas se afastam de mim por causa dessa minha mudança de humores. Normalmente, quando não estou em efeito da minha bipolaridade, eu sou uma pessoa muito independente e um pouco arrogante. Acho que a minha independência faz de mim uma pessoa arrogante, achar que os outros são inúteis e que não preciso deles. Mas no fundo, eu sei que eu dependo das pessoas, que eu não consigo fazer tudo sozinha, por mais que tente.


Curso:

[x] Ciências (área da medicina, biologia,...);

[ ] Economia (área de gestão, advocacia,...);

[ ] Modas (estilista, modelo,...)

[ ] Línguas (escritor, tradutor, professor);

[ ] Artes (músico, cantor, compositor);

[ ] Hotelaria e Restauração (pasteleiro, cozinheiro, empregado de mesa, empregado de bar,..);

História de vida da personagem:


21 de setembro, 1993.


Minha mãe já estava em trabalho de parto, e desde então eu já venho dando problemas. A gravidez de minha mãe, foi uma gravidez totalmente de riscos, todo o cuidado era pouco. Minha mãe já estava a um bom tempo no trabalho de parto, e eu ainda na barriga dela. Algumas horas depois, não sei dizer quantas ao certo, eu finalmente resolvi sair de lá.
Meu pai não podia deixar de sorri, a primeira herdeira dela acabará de nascer. E ele queria mais, queria me dar várias irmãnzinhas e irmãozinhos para que num futuro eu pudesse cuidar deles. Seria divertido, se eles não tivessem falecido antes que o segundo filho nascesse.


14 de julho, 1997


Um passeio em família. Foi isso que eu havia pedido para meus pais. Minha mãe estava gravida novamente, e dessa vez era um menino. Seria legal ter mais um homem em casa, com toda a certeza eu iria brincar com ele, e é claro, abusar do meu poder de irmã mais velha.
Meu pai havia resolvido nos levar para andar de barco, um amigo dele estava dando uma festa em um, e como eu havia pedido para passear. Tudo estava perfeito, o sol brilhava no alto, passáros passavam a toda velocidades, cantando suas musicas. Meus pais estavam se divertindo, e era isso que me fazia sorrir.
De uma hora para outra, o céu escureceu, havia trovões, raios e o mar se agitava. Olhei preocupada, procurando por meus pais. Por um momento me senti sozinha. Sentia água em minha garganta, eu estava ficando sufocada, eu batia os braços, havia fogo para todo lado, e uma mão agarrou a minha, e então ouvi o grito de terror, vindo da minha mãe.


16 de julho, 1997


Dois dias depois do acidente que matará meus pais, eu acordei num quarto branco. Havia fios para todo lado, uma enfermeira... Estranhei tudo aqui, achei que fosse um sonho. Achei que assim que saísse da cama, lá estaria meu pai, sentado no sofá, segurando uma xícara de café e lendo seu jornal. Minha mãe estaria na cozinha, fazendo panquecas de chocolate para mim. E os dois sorririam assim que me vissem saindo do meu quarto.
Mas não foi isso que aconteceu. Minha tia Ann estava no quarto comigo. Ela chorava, e usava um vestido preto. Assim que me viu de olhos abertos, seu choro aumentou. Ela começou a soluçar e então veio até a mim, e me abraçou forte.
Ann Marie Rucherson, é a irmã mais nova de minha mãe, na epoca ela morava em San Diego, e tinha apenas 15 anos. Meus avos eram separados, minha avó morava em Londres junto de meus pais, e meu avo em San Diego com Ann e sua segunda esposa.
Como minha avó era idosa demais para cuidar de mim, naquele mesmo dia recebi a noticia que eu teria que ir para San Diego, morar com Ann e meu avô. Queria protestar, gritar e dizer que meus pais voltariam, e que eles não me deixariam ir. Mas seria mentira, e eu odiaria ter que mentir para Ann.


23 de outubro, 2004


Eu já tinha 11 anos. E ainda não havia superado. Passva noites em claro, sonhando com o acidente, eu estava lá. Por que não eu, no lugar deles? Seriam três vidas salvos, não só uma. Meus pais teriam outro herdeiro, seria mais justo.
Desde o acidente, eu me culpo por meus pais terem morrido. Até porque, quem quis ir passear era eu, que insistiu para sair fui eu. Se não tivesse sido por isso, agora eu poderia estar no London Eye junto de meus pais. Eu com um algodão doce nas mãos, e meus pais sorrindo para mim. Benjamin, o filho que minha mãe esperava provavelmente estaria brigando comigo, já que eu peguei o maior algodão doce.
Comecei numa escola nova, todos os dias, os pais das crianças iam buscar elas na porta da escola. Eles sorriam, se abraçavam e dizia o quanto sentiram saudades. Enquanto isso, Ann ia me buscar. Ela me tratava como uma filha, e eu aceitava isso. Eu via um pedaço de minha mãe nela, e até hoje vejo.


Dias atuais


Já tenho 19 anos, e ainda sinto tanto em dizer que não superei meu maldito medo por água. Desde 1997, eu não nado em piscina, fico mais de 10 metros do mar, e assim sigo a vida.
Ann ainda cuida de mim, e ainda vivo na casa dela. Hoje em dia, não falamos mais no assunto 'família'. As vezes quero tentar falar com ela, dizer tudo o que sinto, mesmo sabendo que ela sabe, quero dizer. Quero ver ela me escutando, sentir seu abraço apertado enquanto minhas lágrimas escorrim por todo meu rosto.
Todas as fotos que ela tinha de minha mãe quando criança, ela guardou numa gaveta. Nunca me atrevi a abrir, até hoje em dia. Peguei uma foto de minha mãe e do meu pai. Eles sorriam, minha mãe tinha minha idade na época, eu sou super parecida com ela. Mesmo sorriso, mesmo corte de cabelo. A única coisa que não tenho dela, são os olhos. Eu tenho os olhos do meu Pai. Afinal, alguma coisa eu tinha que ter herdado dele, né?

Perguntas rápidas:

- Tem algum trauma? Se sim, qual. Sim, de navegar.

- Guarda algum segredo? Alguns, but não posso revelar =/

- Tem algum tipo de doença? Se sim, qual. Não o.o

- Tem algum medo? Se sim, de quê? Sim. Medo de água e de altura.
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D. Mary Parker
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Ficha do personagem
Idade da personagem:
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MensagemAssunto: Re: [FP] Gabrielle Clermónt   Sab 29 Set 2012 - 18:29

Ficha aceite.


Pedimos é que mudes o teu avatar que já está a ser utilizado.
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